Aprenda a fazer glitter caseiro

O uso do material, costumeiramente, destaca-se em trabalhos produzidos por crianças, devido aos efeitos brilhantes que produz sobre as mais diversas superfícies na qual é aplicado

Foto: Reprodução/pepperbuttons.blogspot.com| Adaptação web Caroline Svitras

 

O glitter industrial é composto por pequenos pedaços, cada qual com cerca de 1 mm², de plásticos copolímeros (aqueles que também recobrem cápsulas de medicamento), alumínio, óxidos de ferro, oxicloreto de bismuto e outros materiais pintados em cores neons, metálicas, peroladas e iridescentes (popularmente chamadas de furta-cor) que, ao refletirem a luz ambiente, produzem um brilho atrativo.

 

Embora essa informação seja desconhecida da maioria, no que se refere ao ambiente escolar, há outra bem mais interessante: o glitter industrial pode ser substituído pelo caseiro que, por sua vez, é elaborado apenas com anilina comestível e sal de cozinha, cujos cristais também produzem refração de luz. Portanto, criá-lo em sala de aula é uma ótima opção, tanto para se ter uma infinidade de cores quanto para desenvolver a criatividade dos alunos que, com imaginação, irão perceber que é possível fazer mil substituições, que são capazes até de gerar uma boa economia. No entanto, não se esqueça de alertá-los que, independentemente do tipo de glitter que é usado, nunca se deve levá-lo à boca, pois se o industrial é composto por uma série de produtos reaproveitáveis, o caseiro é puro sal tingido!

 

 

Revista Guia Prático do Professor – Ensino Fundamental Ed. 121