O Nordeste de Luiz Gonzaga

No Colégio Viver, um projeto sobre o Rio São Francisco evoluiu, alcançou os cangaceiros, passou pelo povo nordestino e culminou com uma justa homenagem ao Rei do Baião

Da Redação | Fotos: Itaci Batista | Adaptação web Caroline Svitras

Quando a escola proporciona um ambiente intelectualmente desafiador, dá atenção individualizada às crianças e ainda cria espaço para participação infantil nas decisões, o prazer e o interesse em aprender são despertados em cada aluno. No Colégio Viver, o dia a dia é assim e, em consequência, a criança desenvolve sua autonomia nos mais diversos aspectos. As últimas festas juninas provam isso.

 

Partindo de um projeto sobre o Rio São Francisco, os alunos descobriram a cultura nordestina e chegaram até Luiz Gonzaga, uma das mais completas, importantes e inventivas figuras da música popular brasileira. A partir daí, com a ajuda dos professores, eles ampliaram o trabalho, que envolveu desde as artes plásticas, a música, a dança, o Português,  a realidade, a geografia e a história do povo da Região Nordeste. Por conseguinte, enquanto parte da criançada criava cartazes representativos do cantor, outras, sentadas no pátio da escola, entoavam o grande sucesso Asa Branca – choro regional, popularmente conhecido como baião, de autoria de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, composto em 1947 – na flauta doce.

 

Em paralelo, as demais ensaiavam uma coreografia ao som do Rei do Baião para abrilhantar a festa junina que, além de ter sido um evento fabuloso, trouxe um pouco do Nordeste para Cotia, município de Estado de São Paulo, que fica na região metropolitana da capital paulistana.

 

Revista Guia Prático do Professor – Ensino Fundamental I

Adaptado do texto “Centenário de Luiz Gonzaga”