Faça o seu Material Dourado de EVA

Já foi comprovado que ele realmente auxilia a criançada a entender o sistema de numeração decimal, fazer as primeiras operações básicas e, em consequência, desenvolver o raciocínio abstrato

Da Redação | Fotos: Itaci Batista | Adaptação web Caroline Svitras

Criado com base nas regras do sistema decimal pela educadora italiana Maria Montessori (1870-1952) no início do século 20, o Material Dourado possibilita, até hoje, a aquisição de princípios matemáticos, a partir do desenvolvimento lógico, que parte do concreto em direção ao abstrato e, em consequência, do simples ao complexo. Por isso, com a ajuda dele, as crianças, quase que brincando, assimilam conceitos de numeração, de valor, de posição e as operações básicas de adição, subtração, multiplicação e divisão com números até 9999.

 

Usado como material de apoio, ele pode ser introduzido em qualquer escola, independentemente da pedagogia ou metodologia de ensino vigente. Mas antes de começar a trabalhar com o Material Dourado, o ideal é entregá-lo à criançada para que possam explorá-lo e, quem sabe, até fazer as primeiras correspondências de forma natural. Ainda nessa fase, não use os nomes formais das peças. Faça isso somente quando os alunos já estiverem mais acostumados com ele, momento que também deve ser explicado o que cada uma representa:


Cubo
– Equivale a uma unidade de milhar: 1000.

Placa – Corresponde a uma centena: 100.

Barra – Representa uma dezena: 10.

Cubinho – Equivale a uma unidade: 1.

 

 

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