Mostre para as crianças o nascer de uma planta

Você sabia que elas têm em seu interior um minúsculo embrião que apenas aguarda o momento certo para germinar?

Da Redação | Foto: Wikimedia | Adaptação web Caroline Svitras

O processo inicial do crescimento de uma planta se dá a partir de um corpo em estado latente de vida. Esse corpo, na maioria das vezes, é uma óvulo que, por sua vez, contém em seu interior um pequeno embrião, além de uma reserva de nutrientes que pode alimentá-lo, até a germinação se iniciar.

 

Porém, enquanto isso não ocorre, a semente fica em estado de dormência, período em que o minúsculo embrião apenas aguarda a hora certa para nascer e, assim, perpetuar sua espécie.

 

Mas, para que isso aconteça, a semente ainda precisa encontrar um meio propício, com condições externas adequadas de ar, água e temperatura. Depois, se depositada em um ambiente favorável, o embrião começa a crescer, graças à reserva de nutrientes. De início, ele desenvolve a radícula, que se transforma em uma raiz, que tem como função segurar a nova planta no solo – ou em qualquer outro suporte de cultivo. A partir de então, a pequena planta começa a se tornar independente das reservas nutritivas.

 

Segundo alguns botânicos, nessa fase, termina a germinação, pois se inicia o crescimento da nova planta. Outros já afirmam que ela só se finda quando surgem as primeiras folhinhas. Chamadas de cotilédones, além de também terem uma reserva de nutrientes, elas já apresentam capacidade fotossintética, principal processo de transformação de energia em “alimentos” para as espécies verdes.

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