O xadrez como aliado do aprendizado

Mais do que decifrar a Matemática, o jogo ajuda a desenvolver diversas competências, enquanto auxilia a concentração, o autocontrole e a criatividade dos alunos

Da Redação | Foto: Itaci Batista | Adaptação web Caroline Svitras

De acordo com a proposta do Colégio Santa Maria, a maior parte das aulas de xadrez acontece com o uso de tabuleiro, mas os professores também contam com um software chamado “Xadrez”, que tem como personagem o pequeno Fritz. Bastante específico para o ensino do jogo, ele faz as crianças se contagiarem com o xadrez, que é assimilado por etapas.

 

“Na primeira aula, por exemplo, passamos um vídeo sobre a história do norueguês Magnus Carlsen, que começou a se interessar e a jogar xadrez aos 9 anos, só que no computador, ou seja, ele foi treinado pela máquina, e, assim, chegou ao topo do ranking mundial”, conta Muriel Vieira Rubens, coordenador de Tecnologia Educacional.

 

De forma progressiva – enquanto aprendem! – o entusiasmo das crianças também aumenta, tanto que o jogo já ocupa um lugar de destaque no momento de intervalo. “Deixamos à disposição tabuleiros com as peças e o retorno é muito positivo”, explica Rubens que afirma que o xadrez é um grande aliado do aprendizado, pois ele está ligado diretamente ao desenvolvimento de diversas competências, que certamente auxiliarão o aluno em qualquer disciplina e não apenas em Matemática, como muitas vezes pensamos. Logo, o jogo em seu caráter prático, mostra-se muito produtivo.

 

O porquê da introdução do xadrez

Em muitas escolas, o ensino de Matemática é tido como algo monótono, pois o professor apenas transfere conceitos fundamentais por meio de aulas tediosas e maçantes. Mas com as constantes evoluções, as possibilidades de dar uma maior dinamicidade ao ensino da disciplina, vêm permitindo ao docente abandonar a função única de transferir conhecimento ao aluno. Logo, a utilização de materiais concretos, lúdicos e da tecnologia auxilia e contribui para a eficácia do aprendizado da criança que, por meio do simples “brincar”, não apresenta limites, antes encontrados dentro da sala de aula em certas matérias. Em consequência, cada uma evolui de acordo com o seu próprio ritmo.

 

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