“Eu amo a Margarida”

O projeto desenvolvido pela professora Lilian de Cássia Vellani, ao mesmo tempo em que enfoca a responsabilidade e a afetividade, também acelera a alfabetização, enquanto propicia o trabalho com diferentes gêneros textuais

Da Redação | Fotos: Arquivo Pessoal | Adaptação web Caroline Svitras

Entre os alunos das séries iniciais da E.M.E.F.E.I. Professora Sylvia Amália Guimarães Mendes (que fica em Piracaia, interior de São Paulo), desde o início de 2011, o grande destaque é a mascote Margarida. Quem a vê, pela primeira vez, pensa que ela é apenas uma simples ovelhinha de pelúcia. Ledo engano! A pequena mascote tem um papel bastante significativo para a aprendizagem infantil. Além de desenvolver a responsabilidade e a afetividade, de forma lúdica, ela ainda acelera a alfabetização e, em seguida, coloca a criançada em contato com diferentes gêneros textuais.

 

 

Aos poucos, Margarida adquiriu hábitos e comportamentos compatíveis aos dos alunos. Ganhou vida própria e, em consequência, o amor das crianças, que passaram a dispensar todos os cuidados necessários à nova amiguinha que, durante o desenrolar do projeto, participou de muitas atividades: de rodas de leituras – nas quais eram introduzidos diferentes gêneros textuais – a eventos promovidos na escola.

 

Mas, para que as crianças pudessem conhecê-la melhor, primeiro, a professora Lilian introduziu informativos sobre a flor e, em seguida, leu a biografia e mostrou a foto da verdadeira Margarida, sua mãe falecida há algum tempo.

 

Dessa forma, a relação com a ovelhinha se estreitou ainda mais e, em paralelo, os alunos começaram a soltar a imaginação. Ao mesmo tempo em que produziam pequenos textos do tipo “Você sabia?”, eles ainda elaboraram cartazes com fotos do projeto, nos quais puderam demonstrar a competência da escrita, ao legendar as imagens.

 

Guia Prático do Professor – Educação Infantil Ed. 100

Adaptado do texto “Eu amo a Margarida”